Antes do Gameplay do Diegão virar site oficial, bio, lives e cortes, existia uma história de jogo, amizade e muita resenha online. Tudo começou meses antes do período de isolamento da pandemia de Covid-19, quando o videogame deixou de ser apenas passatempo e virou também ponto de encontro.

Do GTA ao Warzone

Eu sempre fui fã de GTA. Jogo desde o primeiro e acompanhei a franquia por anos, mas em algum momento comecei a olhar com mais curiosidade para o universo de Call of Duty e, principalmente, para o Warzone. A intensidade do FPS, a tensão das partidas e a possibilidade de jogar em squad com os amigos mudaram completamente a experiência.

No meio desse caminho, conheci muita gente boa online. Mesmo distantes, espalhados pelo Brasil e até fora dele, alguns desses amigos já deixaram de ser apenas voz no headset e viraram encontro pessoal, abraço, história e memória.

War Zona O Clã

Entre os nomes que marcaram essa fase estão Thiago Trevisan, Felipe Menes, João Milho Gripado, Kiko Pachom, Emelle Souza e Caio Capistrano, amigos que vieram nesse período jogando Warzone comigo. Também tem o Cleber Moraes, amigo da época de faculdade, que segue jogando até hoje com a galera.

Antes mesmo do Warzone, no GTA, conheci Weslley Borges. Depois, ele também foi puxado para o Warzone e entrou nesse universo com o grupo. Dessa mistura nasceu o War Zona O Clã, nome inspirado em Senta a Pua!, lema ligado ao 1.º Grupo de Aviação de Caça, o 1º GAvCa.

Gulag WZ e novas amizades

Um pouco depois, conheci Joeder Palhano, o famoso Sem Alma, de Dourados, MS. A gente também se conheceu pessoalmente, e ele segue jogando comigo até hoje. Através dele surgiu o grupo Gulag WZ, onde estão Letícia e Fábio Werner, o casal gaúcho, além do Paradox, o carioca Diogo, Pablo, conhecido como XROs, e Juh Palhano, irmã do Joeder.

O mais forte disso tudo é perceber que o jogo criou pontes reais. Tem gente que chegou pela partida, ficou pela amizade e continua firme nas lives, nos grupos e nas resenhas.

O que vem depois

Hoje, o foco principal é Warzone, mas a expectativa continua aberta. A vontade é comprar um PS5 a tempo de jogar GTA 6 e, quem sabe, reencontrar no novo GTA um pouco daquela energia que começou tudo antes do Call of Duty entrar de vez na história.

No fim, o Gameplay do Diegão não é só sobre jogar. É sobre pessoas, encontros, comunidade, memória e aquele momento em que uma partida online vira amizade de verdade.

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